Durante a Copa do Mundo de Críquete de 1992, a Nova Zelândia teve quatro jogadores em sua equipe que eram arremessadores pacers de baixa-média velocidade. Esses quatro jogadores careciam de variedade, mas por conta de sua velocidade medíocre, os rebatedores achavam difícil gerar potência desses arremessos, e eles tinham que rebater a bola para longe por meio da própria força bruta. A configuração do campo é defensiva. O número máximo de jogadores permitido está posicionado nas linhas, já que eles esperam que o rebatedor acerte a bola com uma força que não será o suficiente para mandá-la por cima da cerca. A pouca ajuda da velocidade do arremessador significava que a taxa de pontuação cairia, já que os rebatedores teriam que recorrer mais às corridas entre os wickets.
Os quatro arremessadores Kiwi eram Gavin Larsen, Chris Harris, Rod Latham e Willie Watson. Eles foram apelidados de dibbly, dobbly, wibbly e wobbly por conta da velocidade com a qual arremessavam. Mas esses arremessadores dibbly-dobbly logo se tornaram populares, já que eles eram imensamente úteis para reduzir a taxa de pontos no meio dos overs nas partidas de One-Day International. Eles não eram eficientes para derrubar o wicket, mas eram bastante econômicos. Houve pelo menos um arremessador dibbly-dobbly de cada lado desde então.
A era de ouro desse tipo de arremessador chegou ao fim quando o Powerplay foi introduzido no críquete. Ele reduziu o número de fielders que podem ficar for a do círculo durante certos overs. A diminuição das configurações defensivas levou ao enfraquecimento dos arremessadores dibbly-dobbly. Andrew Symonds, Sourav Ganguly, Paul Collingwood, Jesse Ryder, Hanse Cronje são alguns notáveis arremessadores dibbly-dobbly.
Jogos de slots da Pragmatic





